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Anime e Mangá CLAMP Tsubasa Reservoir Chronicle

Tsubasa 189

§ Tsubasa Reservoir Chronicle Cap 189 (scanlation zh, tradução en):

MAS

HEIN

Coruja com dizeres OMGWTFRLY?

(se continuar assim, não vai ter espaço para mais exagero)

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Anime e Mangá CLAMP xxxHOLiC

xxxHOLiC 157

§ xxxHOLiC Cap 157 (scanlation, tradução en ashura): aha.

Próximo cap só 2 de junho T_T

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Anime e Mangá CLAMP Tsubasa Reservoir Chronicle xxxHOLiC

Tsubasa 188, xxxHOLiC 156

§ Tsubasa Reservoir Chronicle Cap 188 (scanlation)

§ xxxHOLiC Cap 156 (scanlation)

WTF

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Videogames

Microreviews de jogos de Nintendo DS (1)

§ Yoshi’s Island DS: tinha muita expectativa por esse jogo porque idolatro o Yoshi’s Island do SNES; mais o fato da versão DS ser produzida pela Artoon, estúdio do Naoto Ōshima, criador do Sonic (quando ele saiu da Sonic Team, os jogos do Sonic viraram um lixo. Não foi coincidência).

Os gráficos do jogo são praticamente idênticos à versão do SNES (e isso é bom). Só que mesmo assim parece ter algo faltando. Deve ser o design das fases que no anterior era mais elaboradas, ou talvez seja impressão minha.

Mas o que realmente matou o jogo foi a música. No SNES as músicas eram sensacionais; eram basicamente 5 temas distintos para as fases, mas todos totalmente diferentes e pouco enjoativos. Já no DS praticamente todas as músicas são arranjos de uma mesma melodia, e são muito, muito enjoativas. Uma pena.

§ Castlevania: Dawn of Sorrow é muito, muito bom. Você joga como Soma Cruz, reencarnação do Drácula que tem o poder de absorver as almas (consequentemente, habilidades) dos inimigos. Diria que está quase no nível de Symphony of the Night. Existem outros modos de jogo com outros personagens, resultando num final alternativo (após uma batalha final muito mais épica que a original).

§ Castlevania: Portrait of Ruin não chega aos pés de Dawn of Sorrow mas é bastante interessante, inovando a dinâmica do jogo. Você joga como Johnathan e Charlotte, cada um com habilidades distintas, e pode alternar entre os dois ou jogar com ambos ao mesmo tempo. No jogo existem várias quests nas quais você pode obter novos itens e habilidades. Ao invés de um castelo gigantesco, tem-se um castelo menor mas com vários quadros, e você pode entrar dentro deles.

Um ponto fraco que se deve notar foi a preguiça na produção desse jogo: mais da metade dos inimigos é idêntica a inimigos de Dawn of Sorrow, e cada dungeon de quadro é repetida novamente de maneira quase idêntica antes do chefe final, à la Megaman.

§ Children of Mana é bonzinho. Não espere um jogo clássico de Mana; é um dungeon crawler e fica bem repetitivo (você vai na dungeon uma vez e precisa ir diversas vezes de novo para cumprir missões opcionais – as dungeons são geradas aleatoriamente, mas seguindo o mesmo estilo do local onde se situam). Mas o “ambiente”, arte, sprites (lindos), músicas estão bem no espírito da série.

§ Heroes of Mana não agradou muito, mas eu gostei razoavelmente. É um RPG de estratégia de tempo real, mas no estilo da série. Para quem nunca jogou jogos deste estilo é uma boa pedida, mas o pessoal que já tá acostumado provavelmente vai achar muito básico e chato. A única coisa que não gostei é o design dos personagens que é muito Final Fantasy pro meu gosto (e o algoritmo de buscar caminhos que é incrivelmente estúpido).

§ The Legend of Zelda: The Phantom Hourglass é muito bom! No começo parece ser tosquinho mas vai melhorando conforme avança a história. Só não recomendo parar por um período muito grande porque é o tipo de jogo que precisa de “inércia” pra jogar. O modo versus online é muito divertido é a única coisa online de DS que jogo com mais frequência.

§ New Super Mario Bros. é bom, mas de novo, acontece algo parecido com Yoshi’s Island. Tem alguma coisa no design das fases que não chega ao nível de Super Mario World.

§ Pokémon Diamond/Perl é… Pokémon. Ame ou odeie. Eu gostei, mas fiquei meio decepcionado com o modo online (não dá pra jogar com pessoas aleatórias, só com friends). Mas mesmo assim, o pessoal é muito viciado (e cheater) e provavelmente não tem graça jogar online a não ser que você também seja um viciado.

§ Puzzle Quest: Challenge of the Warlords é estranhamente viciante. É uma mistura de puzzle com RPG que deu certo. Só a música que é horrível; joguei só com os efeitos sonoros ativados. Cuidado com um estranho fenômeno que acomete os jogadores: você passa a ver o jogo quando fecha os olhos! (Fique atento, vem aí uma continuação, dessa vez com uma temática espacial oO)

§ Yu-Gi-Oh! World Championship 2007 – o anime pode ser uma droga, mas o jogo é muito bom (e mais simples do que Magic, o que permite uma adaptação fiel para videogame viável). Já saiu o 2008, jogue ele se for jogar algum. O ruim é que quando sai uma versão nova você não tem saco para pegar todas as cartas novamente. Dá pra jogar online – como Pokémon, existe o problema dos viciados, mas por ser menos determinístico que Pokémon, você tem mais chances de não levar uma surra após a outra.

§ Ontamarama é um jogo de música com um conceito diferente: para tocar as notas, você deve tocar num Ontama (um bichinho) da cor correspondente e depois apertar um botão na hora que a nota toca. Ou seja, você precisa de muita multi-tarefa para jogar. O problema são as músicas que são meio fraquinhas e acabam destruindo o ótimo conceito; e a dificuldade de varia de fácil demais para insano repentinamente demais.

§ Brain Age é interessante. Picross idem. Contra 4 é muito difícil. Sonic Rush (e Adventure) são bonzinhos, mas sofrem do mesmo problema do design de fases pobre. Mario Kart DS é divertido. Feel The Magic é insano. Wario Ware: Touched é genial e obrigatório. Magical Starsign parece ser bom (da Brownie Brown, de Sword of Mana, os melhores desenhistas de sprites do universo) mas preciso reunir paciência para jogar um RPG tradicional como ele.

Os jogos a seguir eu pretendo fazer um review separado, mas caso eu fique com preguiça, aí vão alguns comentários:

§ Professor Layton and the Curious Village é muito bom. Os puzzles são bem legais e a arte do jogo e música são excelentes.

§ Osu! Tatakae! Ouendan!, Moero! Nekketsu Rhythm Damashii Osu! Tatakae! Ouendan 2 e Elite Beat Agents são disparados, junto com Phoenix Wright, os melhores jogos do DS. Para quem não conhece, são jogos de música onde você deve apertar bolinhas no ritmo da música, mais ou menos um Pump It Up ou Dance Dance Revolution em tela de toque. O jogo é genial e hilário, as músicas são muito boas, e é totalmente viciante. E está demorando demais para anunciarem Ouendan 3 ou Elite Beat Agents 2, eu preciso de um novo jogo da série T_T

§ The World Ends With You (It’s a Wonderful World no japonês) acabou de sair e estou jogando, mas é muito bom. É um RPG ação mas com vários elementos inovadores, que se passa no tempo atual, no bairro de Shibuya em Tóquio. As músicas são viciantes, todas cantadas.

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Filmes

Danny Trejo, Machete: O CARA

Você conhece o Danny Trejo?

Foto do Danny Trejo

“Já vi esse cara em algum lugar…”. Pois é. Ele é um eterno figurante que estrelou em vários filmes do Robert Rodriguez. De acordo com o diretor, quando ele estava começando a fazer A Balada do Pistoleiro, ao conhecer Danny pensou: “Esse cara deveria ser um Van Damme ou Charles Bronson mexicano, fazendo um filme por ano, e seu nome deveria ser Machete”.

E A Balada do Pistoleiro ficou pronta, com Danny fazendo o papel de Navajas, o capanga mais apelão que carrega um monte de navalhas amarradas em volta da cintura.

Em Pequenos Espiões, Rodriguez chama Danny novamente, desta vez para interpretar o tio dos dois jovens espiões. Seu nome: Machete. (Ele nem chega a aparecer no trailer.)

Na seqüência d’A Balada do Pistoleiro, Era Uma Vez no México, Danny volta no papel do capanga Cucuy. Sim, um outro personagem na mesma trilogia.

Finalmente, na antologia Grindhouse, composta por Planeta Terror de Rodriguez (que ficou em cartaz por uma mísera semana no Brasil; saiu há pouco tempo em DVD, preciso alugar) e À Prova de Morte de Tarantino (não sei a situação no Brasil) foram inclusos alguns trailers de filmes fictícios. Um deles: Machete. Rodriguez não havia esquecido sua visão. Assista (cuidado, violência e nudez. OMGBOOBIEZ):

Na falta de expressão melhor,

FUCKING EPIC WIN

Esse era o papel para qual Danny Trejo foi destinado. Finalmente saindo da figurância e tomando o lugar do protagonista, o que era um falso trailer vai virar um filme de verdade. (Sem previsão de lançamento)

Pôster de Machete: Machete segurando faca com explosões ao fundo

“Ontem ele era um homem decente vivendo uma vida decente. Agora ele é um selvagem brutal que deve esquartejar para se manter vivo.”

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Anime e Mangá Code Geass The Melancholy of Haruhi Suzumiya

Livros de Haruhi licenciados, de Kino no Tabi cancelado, terceiro ep de Code Geass vazado

Notícias aleatórias…

§ Os livros da série Haruhi Suzumiya foram licenciados nos EUA! Haverá duas versões, a paperback (9 dólares, capas moles) e hardcover (17 dólares, capa dura).

Pontos positivos: poder comprar (Amazon rlz)
Pontos negativos: …só quem lê em inglês; possibilidade do pessoal do Baka-Tsuki parar de traduzir; e possibilidade de acontecer o mesmo que Kino no Tabi.

(O mangá também foi licenciado lá, mas ele é tosco.)

§ Pois então, a traduções dos outros volumes dos livros de Kino no Tabi foram canceladas pela TOKYOPOP T_T

§ O final do terceiro episódio de Code Geass R2 vazou na net. Logo apareceu uma mensagem no 2chan dizendo que despediram alguém da equipe e que iam adiar a exibição do episódio por causa do evento.

Claro que o 2chan é a fonte menos confiável do universo.

Logo saiu um pronunciamento oficial da Sunrise explicando que foi um erro deles ao fazerem um teste com os recursos de bloqueio dos sites de vídeo e acabaram testando com o episódio inédito. D’oh. E não, não vão adiar a exibição do episódio.

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Anime e Mangá CLAMP xxxHOLiC

xxxHOLiC 155, Kei 1 e 2

§ xxxHOLiC Cap 155 (scanlation, scan, tradução ashura ): Kohane ficou linda. Enrolação.

§ xxxHOLiC Kei 1 e 2 (inglês, português): por enquanto a animação está mantendo o nível razoável. A adaptação está boa e fiel ao mangá, então não tem muito o que comentar…

Observem com cuidado a OP, nela dá pra ver tudo o que vai acontecer na temporada XD

E pra variar, as músicas de abertura e encerramento são muito boas. A NOBODY KNOWS do Suga Shikao é totalmente excelente, fica difícil comparar com a abertura anterior (19sai) pois são bem diferentes… diria que estão no mesmo nível.

A ED achei bem tosquinha e sem imaginação. Agora a música em si é bem legal, fiquei fã de SEAMO depois da Mata Aimashou de Tokyo Marble Chocolate (e a HONEY HONEY é bem parecida, diga-se de passagem…)

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Anime e Mangá CLAMP Tsubasa Reservoir Chronicle

Tsubasa 187

§ Tsubasa Reservoir Chronicle Cap 187 (scanlation): OK, fazia tempo que um capítulo não despertava um

ZOMGWTFBBQ

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Videogames

"Miles Edgeworth: Perfect Prosecutor" anunciado!

Na última edição da Famitsu foi anunciado um novo jogo para o DS baseado na série Ace Attorney (Phoenix Wright):
Miles Edgeworth: Perfect Prosecutor (Miles Edgeworth: Promotor Perfeito; em japonês: Gyakuten Kenji (Promotor da virada, lol)). O protagonista é Edgeworth, o promotor da série Phoenix Wright.

Scan da revista Fanmitsu com fotos e imagem do Edgeworth

Diferente dos demais, o jogo é em terceira pessoa, onde você pode controlar o Edgeworth pra lá e pra cá. O Gumshoe vai aparecer, e tem uma fotinho de uma pessoa que parece poder ser o Klavier ou o Kristoph mais novos. Aparentemente não há previsão de lançamento =(

Fotos no DS Fanboy

DO WANT

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Anime e Mangá CLAMP Kobato. Tsubasa Reservoir Chronicle xxxHOLiC

Tsubasa 186, xxxHOLiC 154, Kobato Drop 6

§ Tsubasa Reservoir Chronicle Cap 186 (scanlation en): mas que diabos.
E Shaoran, comece a falar de uma vez.

§ xxxHOLiC Cap 154 (scanlation en): ZZZ

§ Kobato Drop. 6 (scanlation en): mais mistérios… e uma sombra de Wish.

Comentários com SPOILERS: