Categorias
Anime e Mangá CLAMP Tsubasa Reservoir Chronicle xxxHOLiC

Tsubasa 207 e 208, xxxHOLiC 171

Tirando o atraso…

§ Tsubasa Reservoir Chronicle Cap 207 (scan, tradução da starlady): chutação de bunda

§ Tsubasa Reservoir Chronicle Cap 208 (scan, tradução da starlady): mais chutação de bunda

§ xxxHOLiC Cap 171 (scan, tradução da starlady)

Comentários COM SPOILERS:

Categorias
Anime e Mangá CLAMP J-pop Música Tsubasa Reservoir Chronicle

Preview: Kazeyomi da Maaya Sakamoto

Saíram previews das músicas do novo CD da Maaya Sakamoto. Três faixas não estão lá, sei lá porquê, mas estão linkadas neste post. Destaque para a SONIC BOOM, abertura do novo OAD de Tsubasa.

Sinceramente? Não me animei muito. Ainda não consegui descobrir exatamente o que tem de errado na “nova fase” da Maaya que não estou gostando, mas acho que é basicamente o fato que a maioria dessas músicas tem notas agudas demais, e a Maaya simplesmente não tem voz para isso! A Triangler (abertura do último Macross) é o maior exemplo disso. Ela dói nos ouvidos.

Tracklist com alguns comentários inúteis:

  1. Vento: boazinha, mas com agudos doídos.
  2. Triangler: ack.
  3. Kazemachi Jet ~ kazeyomi edition: novo arranjo, achei que ficou bom
  4. Remedy: boazinha
  5. Ame ga Furu: já tinha baixado o single, gostei mais com o tempo
  6. Ao no Ether: ack.
  7. Shitsuren Cafe: boazinha
  8. SONIC BOOM: meh.
  9. Peanuts: boazinha
  10. Saigo no Kajutsu: novo arranjo acho, mais ou menos
  11. Colors: boa, boa
  12. Kazamidori: ack.
  13. Guitar Hiki ni naritai na: mais ou menos

É triste eu ficar tão “meh” com um álbum novo dela. Eu quero músicas como Mameshiba, Platina, Yakusoku wa Iranai, Active Heart e Gift de volta! T_T

Categorias
Anime e Mangá CLAMP Kobato. Misc Real Life

Camiseta do Ioryogi!

Eu vestindo a camiseta com estampa do Ioryogi

Presente do Chibi Yuuto! Muito obrigado ^^

Para quem não conhece, esse é o Ioryogi, o “bichinho de pelúcia” estressado de Kobato e também mascote da Nekoi.

(E pelas fotos tou vendo que tou com ombros em alturas diferentes. Será escoliose? Preciso ir num fisioterapeuta >> *levemente hipocondríaco*)

Categorias
Anime e Mangá CLAMP Tsubasa Reservoir Chronicle

Tsubasa 206

§ Tsubasa Reservoir Chronicle Cap 206 (scan, tradução em inglês do carlos net): onde todos CHUTAM BUNDAS

(Eu escrevi esse post dia 4, mas por algum motivo não cliquei em “publicar”, d’oh! Obrigado Lady Yuraa por estranhar a ausência do post XD)

Comentários com SPOILERS:

Categorias
Anime e Mangá CLAMP Kobato.

Ohkawa e MADHOUSE no anime de Kobato.

Matéria de Kobato na NewType, com vários personagens aparecendo

Via chibiyuuto, como sempre!

Na matéria sobre o anime na NewType consta que a Ohkawa será responsável pela composição da série e a animação será pela MADHOUSE. Para quem não lembra, basicamente é o mesmo time de Cardcaptor Sakura :D

O anime começará no outono (primavera aqui) de 2009 na NHK.

(Agora só estou torcendo para a Maaya Sakamoto voltar aos velhos tempos e cantar a OP e dublar a Kobato)

Categorias
Anime e Mangá CLAMP Kobato.

Anime de Kobato. anunciado!

Via chibiyuuto; mas ainda não se tem mais informações.

Dá para ficar um pouco apreensivo pelo fato de ter muito poucos capítulos publicados, mas vamos torcer pelo melhor (se a Ohkawa escrever os fillers, tá ótimo :D). Eu tenho impressão que será curto, tipo 13 episódios, mas vamos esperar para ver.

Agora só falta anunciarem a segunda temporada de Haruhi para fechar o ano com chave de ouro *soca a KyoAni*

Categorias
Anime e Mangá Review

Review: Yokohama Kaidashi Kikou

Alpha tocando ao pôr do sol

Yokohama Kaidashi Kikou (algo como “Memórias de compras em Yokohama” numa tradução tosca), de Hitoshi Ashinano, é um mangá único. Ele consiste em 14 volumes publicados ao decorrer de 12 anos (!). É difícil explicar sobre o que ele é, mas vou tentar…

O mangá conta episódios da vida de Alpha, uma robô que possui um pequeno café junto a sua casa. O mais curioso, porém, é onde a história se passa: num mundo “pós-apocalíptico“. Geralmente quando se pensa em algo do tipo, logo vem à mente cenários futuristas decadentes, mas esse não é o caso. O mangá nunca revela exatamente o que houve com a Terra, mas algumas (poucas) pistas são dadas aqui e ali. O nível dos oceanos subiu e continua a subir, o clima ficou mais quente, o monte Fuji entrou em erupção e ficou sem um pedaço do seu topo. Os humanos não vivem mais na correria atual, passando a viver vidas simples em cenários bem mais rurais. Cidades grandes, como Yokohama (onde Alpha vai comprar grãos de café, e de onde saiu o título do mangá), mudaram radicalmente e as partes que não foram inundadas sobrevivem ao meio de muito mais vegetação. Para citar Alpha:

A grande cidade de Yokohama de ontem parece um sonho. Agora ela é uma cidade de pessoas, onde o tempo passa camalmente. O mundo mudou muito nestes anos. Essa calma e quieta tranquilidade é o crepúsculo de um era. Provavelmente irei assistir a sua passagem. Eu tenho todo o tempo do mundo.

Alpha relfetindo em Yokohama

Vale ressaltar que o clima não é portanto, de decadência e destruição, mas de paz e tranquilidade perante um fim talvez certo.

Os capítulos contam histórias diversas, mas não são nenhuma trama complexa ou algo do gênero. São apenas “fatias” da vida de Alpha (no bom estilo histórias “slice-of-life“) cuidando do seu café, conversando com as pessoas que moram próximas, passeando para tirar fotos com uma máquina especial que ganha do seu “dono” (que nunca aparece na história), assistindo um espetáculo de fogos de artifício…

O grande destaque, claro, é a ambientação criada por Ashinano. Os desenhos das paisagens são belíssimos, de encher os olhos, e inesquecíveis.


Existem ainda elementos de ficção científica. Um gigantesco avião que voa indefinidamente a uma enorme altitude e ninguém sabe do que se trata; uma estranha planta que emite luz como se fosse um poste, os mistérios de porque o mundo está do jeito que está… mas não espere por explicações, fica tudo por conta da imaginação do leitor.

YKK também faz um parar um pouco para pensar em por que as coisas são do jeito que são, se realmente precisamos de todas as nossas “modernidades”, se as nossas vidas não podiam ser muito mais simples. Neste aspecto ele lembra Arjuna (eu falo tanto dele que vou acabar refazendo o review do blog antigo), apesar de serem totalmente diferentes.

Um dica meio boba, mas: se for ler YKK, recomendo que o faça escutando alguma música calma de sua preferência. Eu recomendo Lúnasa, um banda de música irlandesa tradicional. A música ajuda muito na imersão no mundo de YKK e torna sua leitura ainda mais inesquecível.

Capa do volume 1. Alpha numa colina próxima ao mar.

É, acho que dá para perceber o quanto eu gosto desse mangá. Posso dizer que é meu mangá favorito. Vale lembrar, embora agora seja óbvio, que YKK não tem ação alguma, e como disse o Ron (que foi quem me recomendou o mangá), faz Mushishi parecer Akira. Por isso, nem todo mundo irá gostar.

Foram feitos dois OVA’s com dois episódios cada. Eles são bons, animação (a trilha sonora é composta de chorinho japonês), porém o mangá naturalmente continua sendo melhor. Mas vale a pena dar uma olhada.

Alguns grupos brasileiros traduziram um pedaço da série, mas não consegui acessar seus sites, teria que dar uma fuçada. Em inglês ele foi inteiramente traduzido mas o site que hospedava não está mais no ar. Você pode apelar para torrents ou para links diretos disponibilizados pelo Ron.

Categorias
Anime e Mangá CLAMP xxxHOLiC

xxxHOLiC 170

§ xxxHOLiC Cap 170 (scan, tradução em inglês do carlos net): pronto, todos respiram aliviados.

Comentários com SPOILERS:

Categorias
Anime e Mangá Review

Review: Mushishi

Ginko e Mushis

Eu comecei a assistir Mushishi há quase um ano atrás. Vi alguns episódios, depois de alguns meses mais alguns, e depois mais alguns… finalmente terminei os 26 episódios há alguns dias (coincidentemente ou não, a série estreou duas semanas atrás no Animax).

O motivo de eu demorar tanto não era porque Mushishi é ruim. Mushishi é bom demais. Só que ele tem um estilo que não te deixa desesperado para assistir o próximo episódio. Na verdade, cada episódio é uma história separada, somente alguns estão relacionados.

O anime se passa num Japão medieval alternativo, que não possui nada de muito diferente ao original, a não ser por um detalhe importante: a existência de seres sobrenaturais chamados de mushi. Eles são uma forma primitiva de vida, lembrando mais plantas do que animais, e são invisíveis para a maioria. Cada espécie de mushi tem suas características e impactos no ambiente e nas pessoas.

O personagem principal é Ginko, um mushi-shi, alguém que estuda mushis. Ele viaja por todo o Japão para ajudar pessoas que foram afetadas por mushis. Cada episódio segue basicamente o mesmo esquema, e pode até lembrar séries como Arquivo X. Algum mistério ocorre, Ginko aparece e investiga para descobrir qual Mushi está o causando e tenta achar uma solução.

Apesar dessa “mesmice”, os episódios não deixam de ser interessantes, justamente pela variedade de mushis que são abordadas. Para exemplificar, no primeiro episódio, Ginko investiga um garoto cujos desenhos tomam vida; no segundo, ele ajuda uma menina que mora presa num porão por não suportar exposição à luz. Tudo causado por mushis, claro. Mas eles não são vilões, no mesmo sentido que animais, plantas, fungos e bactérias que prejudicam o homem não o fazem por “mal”, mas por simplesmente serem desta forma.

Ginko

No começo, eu tentava achar uma “moral” em cada história, procurando simbolismos e coisas do tipo, como em Haibane Renmei, por exemplo. Mas Mushishi não é um anime deste tipo; ele simplesmente a história da vida de Ginko e das pessoas afetadas pelos mushi. O que não faz o anime ser menos interessante, porque seu principal ponto é mostrar os conflitos, perdas, alegrias e conquistas dos seres humanos, apenas usando mushis como gatilho para tais eventos.

A ambientação do anime é perfeita e é parte importante do motivo de Mushishi ser o anime que é. A animação é excelente. Os personagens secundários podem até parecer “sem graça” e parecidos para alguns, mas Mushishi é um anime “realista”, ninguém tem cabelo verde ou azul — o que não é defeito algum. A exceção é o próprio Ginko, que bizarramente usa roupas modernas — um resquício do fato da série originalmente se passar no tempo atual, segundo o autor. A música é igualmente excelente, variando de temas tranqüilos e contemplativos que são belíssimos, até temas sinistros que dão frio na espinha. E é claro, o Ginko é um grande personagem; não tem como assistir o anime e não simpatizar com ele.

Mushishi é uma pérola entre os animes, e recomendo fortemente. Naturalmente, quem só gosta de animes cheio de ação vai achar um pé no saco. Mesmo se você acha que “está preparado” para ver Mushishi, pode ser surpreender. Ele é extremamente “parado” e contemplativo, o que pode ser um defeito para alguns.

São 26 episódios, baseados nos 5 primeiros volumes do mangá de 10 volumes que foi publicado durante 9 anos, encerrando este ano. Infelizmente existem poucos scanlations do mangá pela net, nenhum dos volumes não cobertos pelo mangá. Taí uma série que compraria com certeza se fosse lançada por aqui… Também existe um filme em live action dirigido pelo Katsuhiro Otomo (de Akira) que vou ver se assisto também.

Mushishi está passando na Animax terças, às 22:30 (não se preocupe em ter perdido alguns episódios; como eu disse, eles são independentes). O OMDA subou em português, mas não sei onde baixar, tem que dar uma fuçada. Em inglês existem vários subs, é só fuçar em sites do torrents.

Categorias
Anime e Mangá CLAMP Tsubasa Reservoir Chronicle

Tsubasa 205

§ Tsubasa Reservoir Chroncile Cap 205 (scan, tradução em inglês do carlos net): parece que chegamos na reta final!

Comentários com SPOILERS: