ORESKABAND no Brasil! & Hot Number

Integrantes do ORESKABAND

ZOMFG. A ORESKABAND vai tocar no Anime Friends, no dia 14.  *grita histericamente feito uma menininha*

Sou fãzaço dessa banda somente de garotas que tocam o Ska que acho ideal: bem animado e sem punk. Inclusive contei a tocante história de como as conheci, 6 anos atrás (!). Até agora não conheci nenhuma outra banda de Ska que chegasse ao mesmo nível. Claro que a maioria as conhece dos encerramentos de Naruto e Bleach, mas elas são muito mais que isso (#hipster).

Sempre sonhei em alguma banda japonesa que eu gosto tocar por aqui, e acreditava que a única que tinha chances era a ORESKABAND: não é tão famosa a ponto de ser muito cara pra Yamato, mas é relativamente conhecida por causa de Naruto e Bleach. Acertei em cheio. Só não acredito que demorei tanto pra ficar sabendo, foi anunciado há mais de um mês — acho que me trucidava se deixasse passar. Obrigado, comentarista aleatório do blog da Mara.

(Falando em Yamato, devo dizer que dá um desgosto ter que dar dinheiro para eles, por mais boa que seja a causa. Ridículo ver que eles ainda recrutam voluntários que não recebem NADA, enquanto eles ganham rios de dinheiro. Sem contar o ridículo sistema de compra de ingresso online: um formulário tosco descriptografado, que no fim você precisa fazer um depósito e escanear comprovante, pagando mais uma taxa de oito reais.)

Para ir aquecendo a expectativa, alguns comentários do último mini álbum delas, o Hot Number.

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Fallen Angel

Dat bass.

Essa é daquelas músicas que te deixam triste por te fazer achar que você nunca vai ouvir uma música tão boa e viciante no mesmo estilo. (Obviamente, algum tempo depois, você acha de isso de outra música, e de outra…)

Maaya Sakamoto – More Than Words

Capa do More Than Words

Esse single chamou a atenção pois é composto pela Yoko Kanno e com letras da Yuuho Iwasato, como nos tempos áureos de Yakusoku wa Iranai.

A faixa principal, “More Than Words”, é o tema do OVA de Code Geass. É uma música “difícil”, não tem cara de single… mas depois que acostuma, acaba gostando. Lembra um pouco das músicas “etéreas” das antigas, como Sanctuary e Dive. A letra é melancólica:

Isn’t ‘Freedom’ sad?
You’re all alone now, aren’t you
Isn’t ‘Freedom’ sad?
Until the end

Porém, para mim, o grande destaque é do lado B, “Dekoboko March (Tairetsu wa kimi ni tsuzuku)”, algo como “Marcha Irregular (A tropa leva a você)”. Como diz o nome, a música é tem batida de marcha, e acho que esse tipo de batida fica bacana em músicas pop/rock (exemplo: The Island March, do Suemitsu & Suemith). Ao contrário da More Than Words, é uma música bem animada e viciante. Para completar, a letra é ótima: no começo, parece que ela fala sobre como você percorre a sua vida com a ajuda de seus amigos, etc e tal:

The ranks march forward and onwards
You walk on, taking all of the others with you
No matter if you get lost on the road or if your back is unreliable
Everyone believes in you

Até que no último verso, descobrimos sobre quem é de fato:

I walk on, I walk on with all of my different selfs
Wiping sadness’ tears and holding hands with joy, we’ll continue walking together

Pra terminar na nostalgia, uma faixa secreta, que é uma gravação de “Kinobori to Akai Skirt” ao vivo. (A música já tem 11 anos… deuses.) Até então nunca tive curiosidade para ver a tradução da letra e vou confessar que não saquei o significado dela…

Primeiras Impressões: Sakamichi no Apollon, Tsuritama

Primeiras impressões no meio da temporada? Deal with it.

A expectativa por Sakamichi no Apollon era imensa: diretor de Cowboy Bebop? Música da Yoko Kanno? Do want. E pelos quatro primeiros episódios, a expectativa foi atendida, mas não se engane: não é um novo Cowboy Bebop.

Sakamichi conta a história de um garoto, Kaoru, cujo pai trabalha na marinha e que se muda para uma pequena cidade litorânea no sul do Japão. Introvertido e ligeiramente antipático, ele entra na nova escola sem muito ânimo. Até ele encontrar Sentarou, uma grandalhão meio incompreendido que é temido por muitos da escola. Kaoru acaba descobrindo que, enquanto toca piano clássico, Sentarou toca bateria e adora jazz. Também acaba entrando na história Ritsuko, a representante da sala e amiga de infância de Sentarou, cujo pai possui uma loja de música.

Se for pensar, Sakamichi utiliza inúmeros clichês manjadíssimos: colegial, o novato na escola, os amigos de infância, triângulos amorosos, etc. Mas felizmente isso serve apenas como base para explorar a relação dos personagens e, também importante, o jazz. As cenas em que os personagens tocam são muito bem animadas; também existem cenários lindíssimos (adoro cidades em lugares montanhosos perto do mar). Mesmo no departamento de romance, posso adiantar que acontece mais em quatro episódios do que em duas temporadas de Kimi ni Todoke. Para completar, o anime já está cobrindo alguns temas mais profundos como preconceito e xenofobia (dica: o cabelo loiro de Sentarou não é causado pela mutação tradicional de personagens de anime).

Nem preciso dizer que a trilha sonora é ótima. A abertura decepciona por um lado por não ter absolutamente nada a ver com jazz (nada de um novo Tank!) mas também agrada por outro porque é mais uma música viciante da YUKI, que cantou as aberturas de Honey & Clover.

Meu único pé atrás é que o anime é baseado num mangá de 9 volumes que já acabou – não que seja ruim, mas isso implica que eles vão ter que resumir bastante, ou cobrir somente parte da história deixando todo mundo chupando o dedo.

Tsuritama de chamou a atenção pela animação e também, claro, por fazer parte do bloco Noitamina. Ele conta a história de Yuki, uma garoto que se muda para a ilha Enoshima (alguns podem se lembrar de um dos episódios de Aoi Hana, que se passa lá) com sua avó. Tímido e sem habilidades sociais, ele entra na nova escola (onde já escrevi isso?) cheio de nervosismo; em momentos de pânico ele faz um cara medonha e sente-se afogando (o que é interessantemente mostrando visualmente com água imaginária subindo). Ele encontra um outro aluno novo, Haru, que é um alien numa missão para salvar a terra. Ou algo assim. Também se envolvem na história Natsuki, um garoto reservado e antipático que ganhou várias competições de pesca, ou algo assim, e Akira, um indiano com um pato chamado Tapioca.

Pois é. A história é totalmente insana e bastante engraçada, mas só vi dois episódios, então não faço idéia de que rumo esse anime vai tomar. Mas estava sentindo falta de coisas insanas. A animação, como e disse, chama a atenção por ser meio estilizada e com cores super saturadas. A trilha sonora é do fantástico Kuricorder Quartet (de Azumanga Daioh e Allison to Lillia). O seiyuu do Akira é o melhor seiyuu do universo, o Tomokazu Sugita (Kyon, ’nuff said). A abertura possui uma dancinha engraçada que sem dúvida vai ser dançada por alguns otakus doidos por aí, acompanhada por uma música do FUJIFABRIC que não me chamou muito a atenção (mas é bacana), ao contrário do encerramento: um bom cover da “Sora mo Toberu Hazu”, do Spitz, pela misteriosa banda sayonara ponytail (ninguém nunca as viu ao vivo).

Eu brincava que meu primeiro critério de seleção de animes começaria a ser tirar todos que envolvessem colegiais, mas essa temporada está me provando errado.

 

Tsubasa wo Kudasai

Acontece muito comigo eu ler/ouvir/ver uma referência à algo anterior e só depois conhecer este algo anterior. Um bom exemplo é a Tsubasa wo Kudasai, uma canção inocente cantada por crianças e colocada esquizofrenicamente em cenas épicas de Evangelion: 2.0 You Can (Not) Advance.


(cuidado com spoilers)

Até um belo dia que estava escutando músicas de K-On! e… conheço essa música de algum lugar…

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