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	<title>Return Zero</title>
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		<title>Primeiras Impressões: Sakamichi no Apollon, Tsuritama</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 00:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Shinigami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anime e Mangá]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiras impressões no meio da temporada? Deal with it. A expectativa por Sakamichi no Apollon era imensa: diretor de Cowboy Bebop? Música da Yoko Kanno? Do want. E pelos quatro primeiros episódios, a expectativa foi atendida, mas não se engane: não é um novo Cowboy Bebop. Sakamichi conta a história de um garoto, Kaoru, cujo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiras impressões no meio da temporada? Deal with it.</p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0apollon1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1131" title="r0apollon1" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0apollon1-500x281.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p>A expectativa por <strong>Sakamichi no Apollon</strong> era imensa: diretor de Cowboy Bebop? Música da Yoko Kanno? Do want. E pelos quatro primeiros episódios, a expectativa foi atendida, mas não se engane: não é um novo Cowboy Bebop.</p>
<p>Sakamichi conta a história de um garoto, Kaoru, cujo pai trabalha na marinha e que se muda para uma pequena cidade litorânea no sul do Japão. Introvertido e ligeiramente antipático, ele entra na nova escola sem muito ânimo. Até ele encontrar Sentarou, uma grandalhão meio incompreendido que é temido por muitos da escola. Kaoru acaba descobrindo que, enquanto toca piano clássico, Sentarou toca bateria e adora jazz. Também acaba entrando na história Ritsuko, a representante da sala e amiga de infância de Sentarou, cujo pai possui uma loja de música.</p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0apollon2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1132" title="r0apollon2" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0apollon2-500x281.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p>Se for pensar, Sakamichi utiliza inúmeros clichês manjadíssimos: colegial, o novato na escola, os amigos de infância, triângulos amorosos, etc. Mas felizmente isso serve apenas como base para explorar a relação dos personagens e, também importante, o jazz. As cenas em que os personagens tocam são muito bem animadas; também existem cenários lindíssimos (adoro cidades em lugares montanhosos perto do mar). Mesmo no departamento de romance, posso adiantar que acontece mais em quatro episódios do que em duas temporadas de Kimi ni Todoke. Para completar, o anime já está cobrindo alguns temas mais profundos como preconceito e xenofobia (dica: o cabelo loiro de Sentarou não é causado pela mutação tradicional de personagens de anime).</p>
<p>Nem preciso dizer que a trilha sonora é ótima. A abertura decepciona por um lado por não ter absolutamente nada a ver com jazz (nada de um novo Tank!) mas também agrada por outro porque é mais uma música viciante da YUKI, que cantou as aberturas de Honey &amp; Clover.</p>
<p>Meu único pé atrás é que o anime é baseado num mangá de 9 volumes que já acabou &#8211; não que seja ruim, mas isso implica que eles vão ter que resumir bastante, ou cobrir somente parte da história deixando todo mundo chupando o dedo.</p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0tsuritama1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1134" title="r0tsuritama1" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0tsuritama1-500x281.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p><strong>Tsuritama</strong> de chamou a atenção pela animação e também, claro, por fazer parte do bloco Noitamina. Ele conta a história de Yuki, uma garoto que se muda para a ilha Enoshima (alguns podem se lembrar de um dos episódios de Aoi Hana, que se passa lá) com sua avó. Tímido e sem habilidades sociais, ele entra na nova escola (onde já escrevi isso?) cheio de nervosismo; em momentos de pânico ele faz um cara medonha e sente-se afogando (o que é interessantemente mostrando visualmente com água imaginária subindo). Ele encontra um outro aluno novo, Haru, que é um alien numa missão para salvar a terra. Ou algo assim. Também se envolvem na história Natsuki, um garoto reservado e antipático que ganhou várias competições de pesca, ou algo assim, e Akira, um indiano com um pato chamado Tapioca.</p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0tsuritama2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1133" title="r0tsuritama2" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0tsuritama2-500x281.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p>Pois é. A história é totalmente insana e bastante engraçada, mas só vi dois episódios, então não faço idéia de que rumo esse anime vai tomar. Mas estava sentindo falta de coisas insanas. A animação, como e disse, chama a atenção por ser meio estilizada e com cores super saturadas. A trilha sonora é do fantástico Kuricorder Quartet (de Azumanga Daioh e Allison to Lillia). O seiyuu do Akira é o melhor seiyuu do universo, o Tomokazu Sugita (Kyon, &#8217;nuff said). A abertura possui uma dancinha engraçada que sem dúvida vai ser dançada por alguns otakus doidos por aí, acompanhada por uma música do FUJIFABRIC que não me chamou muito a atenção (mas é bacana), ao contrário do encerramento: um bom cover da &#8220;Sora mo Toberu Hazu&#8221;, do Spitz, pela misteriosa banda sayonara ponytail (ninguém nunca as viu ao vivo).</p>
<p>Eu brincava que meu primeiro critério de seleção de animes começaria a ser tirar todos que envolvessem colegiais, mas essa temporada está me provando errado.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tsubasa wo Kudasai</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 01:22:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Shinigami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anime e Mangá]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Acontece muito comigo eu ler/ouvir/ver uma referência à algo anterior e só depois conhecer este algo anterior. Um bom exemplo é a Tsubasa wo Kudasai, uma canção inocente cantada por crianças e colocada esquizofrenicamente em cenas épicas de Evangelion: 2.0 You Can (Not) Advance. http://www.youtube.com/watch?v=-xu-NJM_2uc (cuidado com spoilers) Até um belo dia que estava escutando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acontece muito comigo eu ler/ouvir/ver uma referência à algo anterior e só depois conhecer este algo anterior. Um bom exemplo é a Tsubasa wo Kudasai, uma canção inocente cantada por crianças e colocada esquizofrenicamente em cenas épicas de Evangelion: 2.0 You Can (Not) Advance.</p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=-xu-NJM_2uc">http://www.youtube.com/watch?v=-xu-NJM_2uc</a></p>
<p>(cuidado com spoilers)</p>
<p style="text-align: left;">Até um belo dia que estava escutando músicas de K-On! e&#8230; conheço essa música de algum lugar&#8230;</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-1121"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Y4c6ZB3X3vU">http://www.youtube.com/watch?v=Y4c6ZB3X3vU</a></p>
</p>
<p style="text-align: left;">A música foi lançada em 1971, cantada pelo grupo folk japonês Akai Tori:</p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=61uNCGon4lo">http://www.youtube.com/watch?v=61uNCGon4lo</a></p>
</p>
<p style="text-align: left;">A <a href="http://letras.terra.com.br/k-on/1514285/traducao.html">letra</a> é simples, mas bonita, falando basicamente do desejo de se ter asas para se ter liberdade. A música virou um clássico e aparentemente é ensinada à maciça maioria das crianças japonesas (inclusive isso é retratado numa cena marcante do mangá Oyasumi Punpun, do qual pretendo falar em breve). Também existem inúmeros covers, como este da Lia (cantora da OP de Air) e Aoi Tada (a Ed de Cowboy Bebop):</p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=U5k-cTlScWI">http://www.youtube.com/watch?v=U5k-cTlScWI</a></p>
</p>
<p style="text-align: left;">Existe até uma versão em inglês, que eventualmente foi cantada pela&#8230; Susan Boyle!</p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=LYdmOT4p0LY">http://www.youtube.com/watch?v=LYdmOT4p0LY</a></p>
</p>
<p style="text-align: left;">Agora com licença porque depois deste post vou ficar meses sem ouvir essa música XD</p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>Livros de 2010 e 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 12:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Shinigami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Ou o post onde inevitavelmente parece que estou me achando o senhor leitor de livros, mas realmente não é a intenção. Devoradores de Mortos (Michael Crichton) Livro que deu origem aquele filme lá com o Antonio Banderas, o 13º Guerreiro. Como de costume pro Crichton, ele mistura realidade com ficção, sendo baseado num manuscrito sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ou o post onde inevitavelmente parece que estou me achando o senhor leitor de livros, mas realmente não é a intenção.</p>
<p><span id="more-933"></span></p>
<h3>Devoradores de Mortos (Michael Crichton)</h3>
<p>Livro que deu origem aquele filme lá com o Antonio Banderas, o 13º Guerreiro. Como de costume pro Crichton, ele mistura realidade com ficção, sendo baseado num manuscrito sobre os Vikings de um viajante árabe chamado Ahmad ibn Fadlan.</p>
<p>A história em si não é lá grande coisas, mas é interessante pela descrição da vida e costumes dos Vikings.</p>
<h3>The Wind&#8217;s Twelve Quarters (Ursula K. Le Guin)</h3>
<p>Uma coleção de contos, a maioria de ficção científica e fantasia. Dois deles se passam no mundo de Earthsea (The Word of Unbinding, The Rule of Names) e três no ciclo Hainish (Semley&#8217;s Necklace, Winter&#8217;s King, The Day Before the Revolution). Todos muito bons, mas o melhor de todos sem dúvida é The Ones Who Walk Away from Omelas, que ganhou um Hugo Award. Tão bom que insisto que leiam uma <a href="http://harelbarzilai.org/words/omelas.txt">cópia marota online</a>.</p>
<h3>Após o Amanhecer (Haruku Murakami)</h3>
<p>Já virei fã do Murakami e esse não desapontou. A história de passa inteira numa madrugada de Tóquio, e aborda temas usuais do Murakami: alienação, solidão&#8230;</p>
<h3>Aha! Gotcha: Paradoxes to Puzzle and Delight (Martin Gardner)</h3>
<p>Gardner foi um matemático e divulgador científico brilhante, que infelizmente morreu ano passado. Ele escreveu uma coluna popular na Scientific American por 25 anos. Este livro é uma coleção de colunas sobre curiosidades matemáticas, bem interessante.</p>
<h3>Pirate Latitudes (Michael Crichton)</h3>
<p>Eu não aguentei esperar e comprei o livro em inglês quand vi na Livraria Cultura, mas saiu recentemente em português (Latitudes Piratas). Crichton, autor de Jurassic Park, morreu em 2008: este livro foi encontrado inteiro no seu computador após sua morte. O livro se passa na Jamaica do século 17, e é sobre piratas. Isso já basta para o livro valer a pena.</p>
<p>Aparentemente o Spielberg quer fazer um filme do livro, mas nunca mais saiu nada a respeito.</p>
<h3>Worlds of Exile and Illusion (Ursula K. Le Guin)</h3>
<p>Três livros em um, yay!</p>
<p>Roccanon&#8217;s World se baseia no conto Semley&#8217;s Necklace que mencionei acima.</p>
<p>Planet of Exile achei o mais interessante dos três. Ele se passa em um mundo cujo período orbital dura 60 anos terrestres. Isso implica que o inverno dura 15 anos! O livro explora essa característica e o seu impacto na sociedade e cultura do planeta.</p>
<h3>Cryptonomicon (Neal Stephenson)</h3>
<p>Tecnicamente este não deveria estar na lista porque ainda estou em 1/4 dele, mas vale o comentário. Li muitas indicações desse livro, por ter muitas referências à ciência da computação em geral, mas confesso que me decepcionei bastante (e olha que isso é difícil acontecer). O estilo do autor é muito enrolado, e tenho perdido a paciência por coisas enroladas. Vou ver se reúno forças para terminar.</p>
<h3>O Castelo nos Pirineus (Jostein Gaarder)</h3>
<p>Uma história interessante sobre a velha dualidade ciência vs religião. Ele conta a história de um casal de namorados que acabou se separando e se encontram muito tempo depois, já casados, e decidem trocar emails sobre diversos assuntos filosóficos e existenciais. O final tem uma surpresa interessante, e a grande mensagem do livro é que a questão do dualismo não é tão simples assim (uma conclusão talvez óbvia, mas que muita gente esquece).</p>
<h3>A Tumba e Outras Histórias (H. P. Lovecraft)</h3>
<p>Eu já tinha ouvido falar um monte de Lovecraft e o mito de Cthulhu, e decidi finalmente ver do que se trata. Não me desapontei. Este livro tem alguns contos do Lovecraft (poucos do Cthulhu em si) e serve como uma boa introdução ao autor. O estilo dele é fantástico, não é fácil invocar horror com a escrita mas Lovecraft consegue fazê-lo magistralmente. Agora vou ler o <a href="http://cthulhuchick.com/free-complete-lovecraft-ebook-nook-kindle/">Complete Works</a>, que tem todos os contos dele (e é grátis &#8212; os contos já são domínio público).</p>
<h3>Trilogia da Fundação (Isaac Asimov)</h3>
<p>Já tinha lido alguns livros de robôs do Asimov, mas também sempre ouvi falar da trilogia. Não me desapontei. O estilo do Asimov pode ser meio conciso demais mas não vejo como um defeito. A história toda é um supremo <a href="http://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Main/XanatosGambit">Xanatos Gambit</a>: Hari Seldon, um cientista que desenvolveu a &#8220;psico-história&#8221;, capaz de prever o futuro da humanidade com modelos matemáticos, prevê que o Império Galático iria ruir e cria a Fundação em um planeta remoto, reponsável por reconstruir o Império em apenas mil anos (ao contrário de muito mais que havia sido previsto). Não vou dizer muita coisa pra não spoilear, mas posso adiantar que Seldon sabia o que estava fazendo. Existem mais livros na saga da Fundação, preciso ler todos&#8230;</p>
<h3>A Casa dos Muitos Caminhos (Diana Wynne Jones)</h3>
<p>Terceiro livro da série começada por O Castelo Animado (do anime do Ghibli), este conta a história de Charmain, uma garota adolescente que adora livros e acaba tendo que cuidar da casa do tio enquanto ele viaja. Mas acontece que o tio dela é o mago real, e a casa é cheia de magias bizarras. De alguma forma ela acaba se envolvendo com problemas do reino e altas confusões seguem. Os personagens d&#8217;O Castelo Animado voltam, mas o destaque mesmo é da Chairman, que é uma ótima protagonista e muitas vezes a <a href="http://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Main/OnlySaneMan">única pessoa sã</a>.</p>
<p>O triste é que a Diana morreu ano passado :(</p>
<h3>Breve História de Quase Tudo (Bill Bryson)</h3>
<p>O título resume o livro, embora seja interessante notar que o foco está mais na história da ciência. O livro é fascinante e fala realmente de quase tudo. Uma das coisas marcantes que o livro passa é como a ignorância atrasou a evolução científica, por que a maior parte dos cientistas se recusavam a aceitar idéias diferentes do padrão estabelecido, muito bem exemplificado com a história da teoria das placas tectônicas. Triste como o erro se repete inúmeras vezes.</p>
<h3>O Maior Espetáculo da Terra (Richard Dawkins)</h3>
<p>É bem melhor ler Dawkins escrevendo sobre biologia e não sobre religião. É um ótimo livro que condensa as evidências da evolução (de fato, o maior espetáculo da Terra) e me deprime pensar que alguns se recusam a aceitá-la.</p>
<h3>O Fim da Infância (Arthur C. Clarke)</h3>
<p>Apesar de ser ficção científica, esse livro tem uma veio meio &#8220;mística&#8221; (que o próprio Clarke acabou se arrependendo depois, como descrito no prefácio da edição). Ainda assim, é um bom livro que começa no início da guerra fria, quando uma raça alienígena benigna surge e começa a &#8220;administrar&#8221; a Terra para um objetivo que só é revelado mais tarde.</p>
<h3>O Fim da Eternidade (Isaac Asimov)</h3>
<p>Livraço. Conta a história dos eternos, pessoas que vivem à margem do tempo-espaço e vão alterando o curso da história com a finalidade de evitar guerras e coisas do tipo, tentando maximizar o bem-estar da humanidade. Mistura ficção científica com thriller e possui várias reviravoltas sensacionais.</p>
<h3>A Game of Thrones, A Clash of Kings, A Storm of Swords, A Feast for Crows (George R. R. Martin)</h3>
<p>Pois é, vi a série e me viciei nos livros. Martin pode ser prolixo mas a história te prende de tal forma que não acaba cansando tanto. O formato dele, alterando capítulos sob ponto de vista de vários personagens, também ajuda a aumentar o dinamismo da narrativa. Comparações com Tolkien são inevitáveis, e pessoalmente prefiro Martin: os personagens são mais humanos e as descrições menos chatas. É curioso como os elementos de fantasia são deixados ao mínimo e o destaque fica nos próprios personagens mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Review: Kuragehime</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 22:54:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Shinigami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anime e Mangá]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[A protagonista de Kuragehime é Tsukimi, uma garota otaku (no sentido original de ser alguém obeceado por algum assunto) que idolatra&#8230; águas vivas. Ela vive em uma casa com um grupo de otakus desempregadas que vive dentro de casa sem trabalhar e sendo sustentadas pelos pais. Tudo muda quando Tsukimi encontra com Kuranosuke, filho de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_kuragehime_1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1112" title="r0_kuragehime_1" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_kuragehime_1-500x281.jpg" alt="Logo de Kuragehime" width="500" height="281" /></a></p>
<p>A protagonista de <strong>Kuragehime</strong> é Tsukimi, uma garota otaku (no sentido original de ser alguém obeceado por algum assunto) que idolatra&#8230; águas vivas. Ela vive em uma casa com um grupo de otakus desempregadas que vive dentro de casa sem trabalhar e sendo sustentadas pelos pais. Tudo muda quando Tsukimi encontra com Kuranosuke, filho de um político e que gosta de ser vestir de mulher (!?) que, ao descobrir que a casa antiga em que elas vivem está para ser demolida para reurbanização, toma  partido e resolve convencê-las a lutar por alguma coisa.</p>
<p><span id="more-1109"></span></p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_kuragehime_2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1113" title="r0_kuragehime_2" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_kuragehime_2-500x281.jpg" alt="A protagonista Tsukimi" width="500" height="281" /></a></p>
<p>O retrato de pessoas desajustadas é a melhor parte da série, explorando o conflito entre as pressões da sociedade em se tornarem &#8220;normais&#8221; e o desejo delas serem quem elas são. Além de Tsukimi, temos Chieko, uma viciada em bonecas japonesas tradicionais; Banba, uma obcecada por trens; Mayaya, uma fã do Romance dos Três Reinos; e Jiji, atraída por homens velhos. O tom de comédia prevalece, com muitas situações bizarras inevitavelmente causada por personagens tão estranhos. De um lado, Kuranosuke inevitavelmente tenta transformá-las em garotas normais quando necessário (para tanto oferecendo recompensas relacionadas a seus vícios), mas percebe que elas não precisam mudar para explorarem seus talentos naturais.</p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_kuragehime_3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1110" title="r0_kuragehime_3" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_kuragehime_3-500x281.jpg" alt="As amigas de Tsukimi" width="500" height="281" /></a></p>
<p>O maior defeito do anime é que ele tem um final meio improvisado que não é grandes coisas, mas é de se esperar visto que o mangá está sendo publicado. Se não se importa em continuar pelo mangá, não vai ser um problema.</p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=E4yZNsx-OMs">http://www.youtube.com/watch?v=E4yZNsx-OMs</a></p>
</p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZjmlIOD4j4o">http://www.youtube.com/watch?v=ZjmlIOD4j4o</a></p>
</p>
<p>A abertura é fantástica, mostrando as personagens em cenas de filme, o que pode parecer sem sentido até se notar que o nome dos capítulos do mangá e dos episódios do anime são todos referências a filmes. A música do Chatmonchy é meio estranha de início, mas acabei gostando com o tempo. A animação do encerramento é simples mas bonitinha, com uma ótima música do Sambomaster cuja <a href="http://www.animelyrics.com/anime/kuragehime/kireinikizuiteokure.htm">letra</a> tem tudo a ver com o tema da série (&#8220;Eu realmente quero que você perceba / o fato de que você é linda / como você pode ainda não ter percebido? / Parece que seu coração se perdeu&#8221;).</p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_kuragehime_4.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1111" title="r0_kuragehime_4" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_kuragehime_4-500x281.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p>Recomendado para quem está a fim de uma comédia descompromissada e não liga para a falta de um final bem fechado.</p>
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		<title>Primeiras Impressões: Aquarion Evol</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 12:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Shinigami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anime e Mangá]]></category>

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		<description><![CDATA[Aquarion foi um anime relativamente desconhecido que gostei bastante. A principal razão de tê-lo assistido foi a direção de Shoji Kawamori (criador de Escaflowne, diretor de Arjuna) e as músicas da sempre excelente Yoko Kanno. Um anime de mechas, com golpes mirabolantes, personagens interessantes e reflexões filosóficas aleatórias. Depois de um OVA sem muito sucesso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_evol_1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1088" title="r0_evol_1" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_evol_1-500x281.jpg" alt="Logo de Aquarion Evol" width="500" height="281" /></a></p>
<p><strong>Aquarion</strong> foi um anime relativamente desconhecido que gostei bastante. A principal razão de tê-lo assistido foi a direção de <strong>Shoji Kawamori</strong> (criador de Escaflowne, diretor de Arjuna) e as músicas da sempre excelente <strong>Yoko Kanno</strong>. Um anime de mechas, com golpes mirabolantes, personagens interessantes e reflexões filosóficas aleatórias. Depois de um OVA sem muito sucesso, fiquei surpreso ao saber que iriam ressuscitar a série com <strong>Aquarion Evol</strong>. Felizmente, o espírito da série continua o mesmo, apesar de algumas coisas terem mudado, para melhor e para pior. Já adianto que não é uma continuação direta e que não é necessário ver a série original para entender esta.</p>
<p><span id="more-1082"></span></p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_evol_2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1090" title="r0_evol_2" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_evol_2-500x281.jpg" alt="Amata e Mikono" width="500" height="281" /></a></p>
<p>No mundo de Aquarion Evol, a humanidade é atacada por &#8220;<strong>Abductors</strong>&#8220;, que sequestram pessoas para fins misteriosos utilizandos mechas para tanto. Uma organização chamada <strong>Neo-DEAVA</strong> utiliza máquinas (&#8220;<strong>Vectors</strong>&#8220;) para combatê-los, pilotado por jovens que estudam na própria organização. Combinando-se três vectors, forma-se um <strong>Aquaria</strong>, um mecha humanóide bastante poderoso. Curiosamente, a organização só permite Aquarias formados por três membros do mesmo sexo.</p>
<p>No primeiro episódio, temos <strong>Amata Sora</strong>, um garoto meio estranho e isolado que é viciado em um filme chamado &#8220;Skies of Aquaria&#8221; (que aparenta ser sobre os eventos da série original). Um belo dia ele encontra uma outra fã do filme, <strong>Mikono Suzushiro</strong>. Num passeio pela cidade (Kowloon, inspirada em Hong Kong), um Abductor mais poderoso aparece num mecha e enfrenta um Aquaria. Sora acaba sendo envolvido na luta e, no ímpeto de tentar proteger Mikono, entra involuntariamente num Vector e, fazendo uma &#8220;união proibida&#8221; com um outro piloto e uma piloto mulher, formando um &#8220;<strong>Aquarion</strong>&#8221; e derrota (por ora) o Abductor.</p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_evol_3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1091" title="r0_evol_3" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_evol_3-500x281.jpg" alt="Luta de mechas" width="500" height="281" /></a></p>
<p>Lendo assim a sinopse, vê-se que não tem nada  de muito original, um Evangelion pouco modificado. Mas o espírito da série está no carisma dos personagens: como na série original, temos vários personagens  com personalidades marcantes e cujos múltiplos relacionamentos são o foco da série. Alguns podem não cativar muito, mas outros acabam compensando. Amata pode ser um herói meio shounen, mas sua insegurança e timidez (sem chegar ao nível Shinji) deixam ele mais realista. Mikono, no começo, aparenta ser a princesa inútil que só serve para ser salva pelo protagonista, mas isso não é ignorado pela série como se vê com Zessica, por exemplo, notando que ela era de fato inútil; e em alguns episódios adiante ela começa a tomar mais atitude (espero que isso prossiga pela série). Os outros pilotos da DEAVA (chamado &#8220;Elements&#8221;, todos possuidores de algum tipo de poder) são ao pouco introduzidos: a <strong>Zessica</strong>, a piloto auto-confiante (e ao que tudo indica, tsundere) que agita a relação entre Amata e Mikono; <strong>Shrade</strong>, um piloto misterioso que é capaz de induzir sentimentos em outras pessoas através da música; <strong>Cayenne</strong>, o irmão mais velho de Mikono que por enquanto só fez o papelo de irmão mais velho, e que possui visões trágicas do futuro. No comando da DEAVA, temos <strong>Donar Dantes</strong>, um ex-piloto com braços mecânicos e relacionado com um incidente de 9 anos atrás que foi o responsável pela proibição de uniões de sexos diferentes; o ótimo <strong>Fudou Zen</strong>, o &#8220;guru&#8221; da série e que soltas tiradas filosóficas totalmente aleatórias (parecidíssimo, e provavelmente relacionado com o Fudou Gen da série original, que desempenha o mesmo papel).</p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_evol_6.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1096" title="r0_evol_6" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_evol_6-500x281.jpg" alt="Golpe mirabolante" width="500" height="281" /></a></p>
<p>O genial de Aquarion é o modo como tais relacionamentos refletem o mecha em si: a união de vectors reflete a união dos personagens (inclusive, na série original, no momento da união os personagens experimentavam algo incrivelmente parecido com um orgasmo; em Evol não deram tanta ênfase nisso, por enquanto). Em Evol, principalmente, a proibição de união de sexos opostos dá pano para todo tipo de referência a tensões sexuais e coisas do gênero: na sede da Neo-DEAVA os alunos são separados, por sexo, por um muro gigante (chamado de &#8220;Berlin&#8221;) que acaba sendo derrubado posteriormente.</p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_evol_4.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1092" title="r0_evol_4" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_evol_4-500x281.jpg" alt="Zessica" width="500" height="281" /></a></p>
<p>Um ponto questionável é que, ao contrário da série original, Evol investe muito mais em alguns tropes clássicos de anime. Há bastante <strong>fanservice</strong> (culminado com a roupa de Zessica, totalmente absurda) e o ambiente da Neo-DEAVA lembra muito o clássico colegial (na série original, os pilotos eram mais velhos). Até dá para entender o motivo comercial por trás de tal mudança, mas não dá para deixar de lamentar um pouco. Ainda assim, acredito não chega a ser algo exagerado a ponto de atrapalhar a série.</p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_evol_5.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1093" title="r0_evol_5" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/r0_evol_5-500x281.jpg" alt="Kowloon" width="500" height="281" /></a></p>
<p>O segundo ponto principal da série é, claro, as lutas com <strong>Mechas</strong>. Kawamori é designer de mechas e naturalmente os Vectors e o Aquarion são ótimos. As lutas são ótimas, os golpes mirabolantes voltaram. A animação em si é muito boa e a arte também &#8211; em especial, as paisagens de Kowloon, que são belíssimas.</p>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=B_NSgm27xJw&#038;fmt=18">http://www.youtube.com/watch?v=B_NSgm27xJw</a></p>
</p>
<p>A <strong>AKINO</strong> volta na música de abertura que rivaliza com a (já clássica) <a href="http://www.youtube.com/watch?v=efTj0-N_J6U">Sousei no Aquarion</a>, e é totalmente excelente. Ela também canta o encerramento com o resto da seu grupo (bless4).</p>
<p>Para terminar, uma curiosidade fica na seiyuu da Claire: <strong>Sakura Tange</strong>! É a dubladora da Cardcaptor Sakura. Ela ficou um bom tempo sem trabalhar como seiyuu mas voltou alguns anos atrás, e essa foi a primeira vez que a ouvi dublando desde então. Nostálgico.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Do As Infinity: Rumble Fish</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 23:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Shinigami</dc:creator>
				<category><![CDATA[J-pop]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Como já devo ter comentado aqui, não costumo prestar atenção nas letras das músicas que ouço (o fato da maioria dela ser em japonês não ajuda, mas acontece até com músicas em português). De vez em quando bate uma curiosidade e frequentemente acho coisas interessantes. O mais recente exemplo é a Rumble Fish, do Do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como já devo ter comentado aqui, não costumo prestar atenção nas letras das músicas que ouço (o fato da maioria dela ser em japonês não ajuda, mas acontece até com músicas em português). De vez em quando bate uma curiosidade e frequentemente acho coisas interessantes. O mais recente exemplo é a <strong>Rumble Fish</strong>, do <strong>Do As Infinity</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=diHFxAqTPgI">httpv://www.youtube.com/watch?v=diHFxAqTPgI</a></p>
<p>A letra é bacana e tem uns temas que gosto bastante: a dificuldade de crescer sem esquecer o seu verdadeiro eu (como em A Viagem de Chihiro), o poder das palavras e sua incapacidade de expressar sentimentos corretamente (como em <a href="http://returnzero.black-rabite.net/%E8%A6%8B%E3%81%88%E3%81%AA%E3%81%84%E8%A8%80%E8%91%89%E9%8E%96/">xxxHOLiC</a> e Earth Girl Arjuna), o paralelo da vida com um labirinto (como em Full Moon wo Sagashite: &#8220;An endless maze&#8230; this is our dungeon&#8221;).</p>
<p>&#8220;Rumble Fish&#8221; são os peixe Betta, também conhecidos como peixes de briga devido à sua agressividade com os peixes da mesma espécie. Também existe um livro (depois adaptado para o cinema por Copolla) com este nome, onde o Betta serve como o simbolismo principal.</p>
<p>Segue a <a href="http://www.jpopasia.com/lyrics/563/do-as-infinity/rumble-fish.html">tradução para o inglês</a>. Em negrito minhas partes favoritas.</p>
<blockquote><p>The deserted street<br />
Heartlessly leaves me behind as I make my beginning&#8230;<br />
Will it still be there tomorrow, or will it have run away?</p>
<p>Everything I see<br />
Does nothing but confuse me.<br />
<strong>It&#8217;s ironic; the more I put it into words,</strong><br />
<strong>The more tangled up my heart gets.</strong></p>
<p>I pray that I don&#8217;t drift away, get swept away, lost in a dream&#8230;</p>
<p>In the deserted streets,<br />
The early morning quietly cast my shadow&#8230;<br />
Will it still be there tomorrow, or will it have run away?</p>
<p>If I could find the thread of fate,<br />
And grab it with my own hands,<br />
I pray that I can be myself<br />
Until I reach a sea of freedom.</p>
<p>We decide the truth with our hearts;<br />
When we make mistakes, time stops.<br />
<strong>We&#8217;re made to dance</strong><br />
<strong>Through a life full of sharp points.</strong></p>
<p><strong>Why is it that when we gain something, we lose something else?</strong></p>
<p>Lashed by the merciless rain,<br />
I feel like I&#8217;m about to be crushed &#8211;<br />
<strong>But still I keeping wandering through this huge maze.</strong></p>
<p>The deserted street<br />
Heartlessly leaves me behind as I make my beginning&#8230;<br />
Will it still be there tomorrow, or will it have run away?<br />
<strong>I pray that I can be myself now.</strong></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Bad CLAMP!</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 01:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Shinigami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anime e Mangá]]></category>
		<category><![CDATA[CLAMP]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei deixando acumular GATE7 e já tem vários capítulos lançados. E nesse meio tempo Legal Drug (agora Drug &#38; Drop) voltou a ser publicado (e Kobato. vai sair no Brasil). Infelizmente, ando meio desanimado com tudo relacionado a CLAMP. Confesso que ainda não superei a decepção com Tsubasa e Holic. Pode parecer besteira, mas dediquei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei deixando acumular GATE7 e já tem vários capítulos lançados. E nesse meio tempo Legal Drug (agora Drug &amp; Drop) voltou a ser publicado (e Kobato. vai sair no Brasil). Infelizmente, ando meio desanimado com tudo relacionado a CLAMP. Confesso que ainda não superei a decepção com Tsubasa e Holic.</p>
<p>Pode parecer besteira, mas dediquei muito tempo às duas séries e não consigo deixar de achar que se eu dedicar muito tempo à essas novas duas eu acabe me arrependendo.</p>
<p>Ainda assim, é provável que eu acabe dando mais uma chance.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Review: Dennou Coil</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 13:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Shinigami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anime e Mangá]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Dennou Coil é um anime voltado para o público mais jovem, porém contém alguns elementos interessantes de ficção científica e dramáticos. A história se passa no futuro onde as pessoas utilizam óculos de realidade aumentada que permitem a junção do mundo real com o virtual, e o anime explora essa premissa para mostrar o impacto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/dennou_coil.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1052" title="Personagens de Dennou Coil" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/dennou_coil.jpg" alt="" width="500" height="289" /></a></p>
<p>Dennou Coil é um anime voltado para o público mais jovem, porém contém alguns elementos interessantes de ficção científica e dramáticos. A história se passa no futuro onde as pessoas utilizam óculos de realidade aumentada que permitem a junção do mundo real com o virtual, e o anime explora essa premissa para mostrar o impacto dessa tecnologia no dia a dia das pessoas. A série acompanha Yuko, de 11 anos (apelidada de Yasako, uma leitura alternativa do seu nome que significa &#8220;criança gentil&#8221;), logo após se mudar de cidade e conhecer colegas como Fumie e Daichi, dois viciados em &#8220;óculos&#8221; que vivem brigando virtualmente. A trama se aprofunda com o aparecimento de outra Yuko (apelidada de Isako, &#8220;criança corajosa&#8221;) que pesquisa o lado obscuro da realidade virtual e os &#8220;ilegais&#8221;, uma espécie de vírus; e com Haraken, um colega de Fumie que pesquisa a morte de uma amiga em um atropelamento que foi suspostamente causada pelos óculos que usava.</p>
<p><span id="more-1051"></span></p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/dennou_coil_ss1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1058" title="Personagens de Dennou Coil" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/dennou_coil_ss1.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p>O mais interessante do anime é o mundo virtual, sua organização e utilização. Ao colocar os óculos, não apenas são adicionadas imagens sobre o mundo real (como por exemplo um diário que pode ser lido e manuseado com as mãos, ou até um cachorro de estimação) mas também se enxerga o próprio mundo real de forma virtual. Algumas partes do mundo virtual rodam versão antigas do software (os &#8220;espaços obsoletos&#8221;) e isso é explorado para se obter metabugs, uma espécie de moeda virtual usada clandestinamente na rede.  Contudo, tais ações são coibidas por Satchii, um &#8220;antivírus&#8221;  gigante que persegue e formata metabugs e também os óculos dos envolvidos.</p>
<p>A primeira parte do anime é um &#8220;slice of life&#8221; de Yuko e outros, arrumando confusões entre si e fugindo de Satchii. Apesar do aspecto interessante da realidade virtual e sua mecânica, após alguns episódios a série acaba ficando meio monótona (mas fica o apreço por fugir dos clichês usuais de animes). Felizmente, o roteiro toma uma guinada e fica mais interessante com a investigação dos ilegais e a busca do &#8220;outro lado&#8221;, onde de acordo com lendas urbanas crianças foram levadas e desapareceram. Ainda assim, me parece que a série teria ficado mais enxuta em apenas 13 episódios ao invés de 26. A interação entre Yuko, Isako e Haraken também é bastante explorada e há uma boa desenvolvimento desses personagens, mas os demais ficam um pouco em segundo plano. O desfecho da série, em particular, toca questões interessantes alheias ao mundo virtual e relacionadas à dor trazida pelos relacionamentos e a atitude que se deve tomar perante essa dor.</p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/files/dennou_coil_ss2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1059" title="Personagens de Dennou Coil" src="http://returnzero.black-rabite.net/files/dennou_coil_ss2.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p>A animação da geralmente excelente Madhouse é muito boa, principalmente ao retratar o mundo virtual. Em especial, os ilegais, espaços obsoletos e o &#8220;outro lado&#8221; são muito bem retratados com um clima sinistro, culminando com o aparecimento dos &#8220;Nulls&#8221; que metem bastante medo. As músicas compostas por Tsuneyoshi Saito, embora não particularmente memoráveis, mantêm o clima de aventura e mistério com perfeição. A abertura (Prism, de Ayako Ikeda) é excelente e foge do usual pop chicletento, também passando um ótimo ar de mistério. O encerramento é a tranquila Sora no Kakera, da mesma cantora. Dennou Coil é uma ótima pedida se você tiver um pouco de paciência e não tiver problemas em ver séries mais juvenis (me senti velho agora), pois os temas de realidade aumentada e a interação de crianças com a tecnologia são bastante interessantes.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>GATE7 2 e 3</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jun 2011 00:13:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Shinigami</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anime e Mangá]]></category>
		<category><![CDATA[CLAMP]]></category>
		<category><![CDATA[Gate 7]]></category>

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		<description><![CDATA[Já saiu o 4 mas depois comento. Vale notar que existem duas traduções: as da starlady, usadadas nos scanlations do Fail Manga; e as do cmertb, usadas nos scanlations do CxC Scans (que não as hospeda, mas tem para ler online). Não quero desmerecer a starlady, mas as traduções do cmertb são muito melhores e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já saiu o 4 mas depois comento. Vale notar que existem duas traduções: as da <a href="http://starlady38.livejournal.com/">starlady</a>, usadadas nos scanlations do <a href="http://failmanga.wordpress.com/category/gate7/">Fail Manga</a>; e as do <a href="http://mangahelpers.com/m/gate7/translations/">cmertb</a>, usadas nos scanlations do <a href="http://cxcblog.wordpress.com/">CxC Scans</a> (que não as hospeda, mas tem para <a href="http://www.mangareader.net/gate-7">ler online</a>). Não quero desmerecer a starlady, mas as traduções do cmertb são muito melhores e fazem mais sentido, então as recomendo.</p>
<p>Fiquei surpreso com estes capítulos. GATE7 mostra ao que veio: usar personagens que são baseados em figuras da história japonesa. Por um lado, como normalmente nós sabemos lhufas da história japonesa, ficamos meio perdidos. Mas por outro lado, temos a oportunidade de aprender um pouco sobre o assunto, e nada que a Wikipedia não ajude.</p>
<p>Comentários com SPOILERS:</p>
<p><span id="more-1036"></span></p>
<h3>Cap 2</h3>
<p>Chikahito explica o que aconteceu e prepara café manhã para todos (Watanuki 2.0)</p>
<blockquote><p>chika: Do you always get up early, Sakura-san?<br />
chika: As soon as I called, you were already downstairs, and dressed too</p>
<p>saku: I can&#8217;t sleep</p>
<p>chika: Eh<br />
chika: Did you have to do something at night?<br />
saku: No</p>
<p>I can&#8217;t fall asleep<br />
Without human warmth</p>
<p>chika: &#8230;Huh?</p>
<p>saku: But don&#8217;t worry, I won&#8217;t bring a companion here-</p></blockquote>
<p>LOL. Yaoi /o/</p>
<p>Tachibana acorda (not a morning person). Hana aparece automaticamente ao Chikahito mencionar o menu. O pijama dela é ótimo XD</p>
<p>Tachibana vai trabalhar amarrando obis das gueixas do Kamishichiken.</p>
<blockquote><p>chika: Hana-san, have you also had your obi tied?<br />
hana: Yeah</p>
<p>chika: I knew it, Hana-san is a girl after all&#8230;<br />
saku: Hmm?</p>
<p>chika: A boy then!?<br />
saku: Hmm&#8212;?<br />
chika: Which is it!?</p></blockquote>
<p>Mistério adicionado: sexo de Hana.</p>
<p>Tachibana vai estudar, na faculdade. Sakura pede para Chikahito acompanhar Hana, que precisa levar algo em algum lugar.</p>
<blockquote><p>tachi: &#8230;Heh<br />
tachi: In the middle of March, university is on a spring break too<br />
tachi: Looks like Chikahito-kun didn&#8217;t notice that<br />
tachi: He knows too little of the world</p>
<p>tachi: Letting her go alone with such a fool</p>
<p>saku: That was the wish</p>
<p>saku: That person&#8217;s wish</p>
<p>tachi: We can&#8217;t help it<br />
saku: That&#8217;s our current master, after all</p>
<p>saku: The master of this &#8220;Urashichiken&#8221;</p></blockquote>
<p>Chikahito é um pato e não se tocou que Tachibana deveria estar de férias também. E aparentemente tudo está sendo planejado pelo &#8220;mestre&#8221; deles.</p>
<p>Chikahito e Hana encontram um cara suspeito, mas Hana o reconhece e o chama da Hidetsugu. Ele já sabe sobre Chikahito e revela ser o dono do Urashichiken, e que queria conhecer Chikahito por que&#8230;</p>
<blockquote><p>hana: Chikahito is like Hana</p>
<p>chika: Eh?</p>
<p>hide: But Tachibana<br />
hide: Said he doesn&#8217;t have any special powers?<br />
hana: Yeah</p>
<p>But he&#8217;s the same</p></blockquote>
<p>&#8230;ele &#8220;é igual&#8221; à Hana. Hidetsugu os transporta para um lugar escuro, como no capítulo 0.</p>
<blockquote><p>hide: Chikahito-chan, you ended up entering<br />
&#8230;<br />
Certainly</p>
<p>hana: That&#8217;s why he&#8217;s the same</p>
<p>hide: I wonder in what way</p>
<p>hana: The non-existence</p>
<p>hana: Same as Hana<br />
//&#8221;Non-existence&#8221;</p></blockquote>
<p>Chikahito é igual à Hana na &#8220;não-existência&#8221;. Uia. Mistério adicionado.</p>
<p>Chikahito não entende a conversa e pergunta a Hidetsugu se ele é capaz de fazer aquele espaço como Sakura. Ele diz que só consegue pelo seu contrato com um &#8220;oni&#8221;, que surge na aparência de uma garota. Ta-da.</p>
<h3>Cap 3</h3>
<p>Ela se chama Mikoto. Hidetsugu ressalta que Chikahito pode vê-la. Hana conversa com Mikoto e aparentemente Hidetsugu fica dando Blythe dolls para Mikoto de presente ou coisa assim. Como todo bom protagonista CLAMP, Chikahito pede explicações e como em toda obra CLAMP, não as recebe. No lugar, Hidetsugu pergunta a Mikoto se Chikahito iria trazer sorte e azar, e ela responde que &#8220;nada&#8221;.</p>
<blockquote><p>hide: &#8220;Is this visitor one of fortune or misfortune?&#8221;</p>
<p>mikoto: “Not”<br />
Is the answer</p>
<p>chika: &#8220;Not&#8221; means<br />
mikoto: He is not of either</p>
<p>hide: So he&#8217;s the same as Hana<br />
Then does he have the same power?</p>
<p>miko: He doesn&#8217;t</p>
<p>hide: Ehhh?</p>
<p>mikoto: Because Hana is &#8220;not&#8221;, everything is taken in<br />
Because he is &#8220;not&#8221;, everything is cleared out</p>
<p>hide: &#8230;I see</p>
<p>hide: But<br />
hide: Whether fortune or misfortune, if it&#8217;s &#8220;not&#8221; to both<br />
mikoto: Yea</p>
<p>hide: Then even you Mikoto can&#8217;t tell which side he might fall to right?</p></blockquote>
<p>Ou seja, Chikahito é igual a Hana, mas não o mesmo poder que ela, porque Hana &#8220;recebe tudo&#8221; e Chikahito &#8220;limpa tudo&#8221;. Seja lá o que isso quer dizer. (Mistério adicionado)</p>
<p>Eles voltam para o mundo normal e vão comer ramen. Chikahito nota que ninguém presta atenção em Mikoto (é um pato mesmo). Hidetsugu explica o óbvio, que as pessoas não enxergam Mikoto, exceto aqueles com poderes especiais. (Isso me lembra Kobato. Mikoto seria do &#8220;otherworld&#8221;?).</p>
<p>Hidetsugu leva Chikahito a um lugar onde ele &#8220;explicaria tudo&#8221; (rá). Eles mostra o túmulo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Toyotomi_Hidetsugu">Toyotomi Hidetsugu</a> e diz que é &#8220;seu&#8221;. Chikahito explica o que sabe sobre o Hidetsugu histórico: ele era sobrinho do regente do Imperador, <a title="Toyotomi Hideyoshi" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Toyotomi_Hideyoshi">Toyotomi Hideyoshi</a>, e tudo indicava que seria seu sucessor já que Hideyoshi não tinha filhos. Porém, Hideyoshi acaba tendo um filho com uma concubina e rumores se espalharam que Hidetsugu era um assassino.</p>
<p>Neste ponto, Mikoto fica brava e Chikahito quase apanha, se não fosse salvo por Hana. Hidetsugu (do presente) diz para ouvirem a história toda. Chikahito prossegue, explicando que os rumores eram provavelmente falsos, e que Hideyoshi passou a considerar Hidetsugu um incômodo após seu filho nascer. Sob suspeita de planejar um golpe, Hidetsugu foi exilado e depois ordenado a cometer seppuku.</p>
<p>Hidetsugu (do presente) explica que Hideyoshi fez aquilo devido à sua linhagem de sangue: ele não queria perder seu oni, que é transmitido apenas ao mais próximo de quem fez o contrato. Ele explica que muitos comandantes do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Per%C3%ADodo_Sengoku">período Sengoku</a> fizeram contratos com onis para obter poder.</p>
<p>Mikoto explica que fizera um contrato com Hideyoshi, mas como não havia nenhum &#8220;Hideyoshi&#8221; no presente, seu contrato foi transferido para Hidetsugu. Chikahito pergunta se Hidetsugu era então a reencarnação de Hidetsugu. Ele explica que não sabia, que seu nome não era Hidetsugu, mas que Mikoto havia afirmado que ele era &#8220;Hidetsugu&#8221;. Chikahito deduz que então não havia um &#8220;Hideyori&#8221; (o filho de Hideyoshi). Porém, Mikoto diz que ele existe, mas que considerou Hidetsugu &#8220;mais adequado&#8221; (novo mistério).</p>
<p>Hidetsugu muda de assunto e pergunta se Chikahito conhecia a origem do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kamishichiken">Kamishichiken</a>. Ele explica que após o templo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kitano_Tenman-g%C5%AB">Kitano Tenman-guu</a> ser destruído num incêndio, sete casas de chá foram construídas com seus destroços, e eram utilizada por Hideyoshi para descansar.</p>
<p>Hidetsugu explica então que o  Urashichiken foi criado junto com o Kamishichiken, consistindo de um grupo de pessoas com poderes especiais com a finalidade de proteger os Toyotomi e a capital imperial. E agora, haviam apenas três pessoas no Urashichiken, e que ele havia herdado o grupo junto com Mikoto.</p>
<p>Hidetsugu revela que sua ambição é obter o oni mais poderoso. Ele explica que cada oni tem seu poder (temos que pegar!) e que o poder de Mikoto é o &#8220;Kotodama&#8221;, usar palavras para atacar, mas seu poder principal é de fazer premonições.</p>
<p>Hidetsugu continua explicando que quem fez o contrato com o oni mais forte foi <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Oda_Nobunaga">Oda Nobunaga</a>, que selou o oni em seu corpo e adormeceu indefinidamente ou algo do gênero. O oni se chama Dairokuten Maou. Chikahito confirma que de fato não se sabe onde estão os restos mortais de Nobunaga. Hidetsugu diz que muitos procuraram seu corpo e não o encontraram, mas ele sabia como achá-lo.</p>
<p>&#8230;mas eles são transportados para outro espaço novamente, e surge um novo personagem: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Akechi_Mitsuhide">Akechi Mitsuhide</a>, que também está atrás do oni mais bonito da cidade. Aparentemente ele quer roubar Mikoto e ataca, e Hana ataca de volta. Fim.</p>
<p><a href="http://returnzero.black-rabite.net/misterios-de-gate7/">Lista de mistérios</a> atualizada.</p>
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		<title>10W40</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2011 02:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Shinigami</dc:creator>
				<category><![CDATA[J-pop]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sempre achei estranho o nome da música 10W40 do Do As Infinty. Bricks were shat quando me toquei que a Tomiko de fato canta &#8220;ten W forty&#8221; nela (eu tenho o hábito de não prestar atenção em letras de música&#8230;). Lembro de ter pesquisado a tradução dela e não ter encontrado, e fiquei sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre achei estranho o nome da música <a href="http://www.goear.com/listen/bb4c2ca/10w40-do-as-infinity">10W40</a> do Do As Infinty. Bricks were shat quando me toquei que a Tomiko de fato canta &#8220;ten W forty&#8221; nela (eu tenho o hábito de não prestar atenção em letras de música&#8230;). Lembro de ter pesquisado a tradução dela e não ter encontrado, e fiquei sem saber de onde diabos vem esse 10W40 &#8212; é um tipo de óleo para motor, mas hein?</p>
<p>Bom, hoje achei <a href="http://www.globemoon.net/waftf/dai/lyrics/10w40_trans.html">a letra da música</a>, e é <em>realmente</em> sobre o óleo para motor.</p>
<p>Lendo a letra até faz sentido: é sobre um casal com um relacionamento complicado e o óleo seria um simbolismo para o que mantinha o relacionamento funcionando (insira insinuação sexual aqui). Até que o óleo acaba, e eles se separam.</p>
<p>OK, não faz tanto sentido assim.</p>
<p>Mas a música é bacana.</p>
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